INDE - Infraestrutura Nacional de Dado…

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INDE - Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (unverified)

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INDE - Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais

Rio de Janeiro, Brazil

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Available map layers (302)

Energia_Eletrica_UTN (MPOG:Energia_Eletrica_UTN)

MEI no Acre (MDIC:12MUE250GC_SIR)

Índice de Áreas Protegidas (INEA:area_protegida_municipio_ea)

Cada estado deve ter um planejamento próprio para alcançar a efetividade da conservação da biodiversidade e de paisagens cênicas que oriente as prioridades em relação às propostas de criação de unidades de conservação, de modo a atender as peculiaridades da sua conformação física, da relevância de seus recursos naturais e do seu planejamento econômico. Para isso, diversos mapeamentos são feitos à níveis distintos de escala. Nesse, o Índice relativo a Áreas Protegidas Municipais considera apenas as unidades de conservação sob gestão municipal. No Estado do Rio de Janeiro, dois municípios se destacam por terem sido classificados com o maior índice de áreas protegidas: Resende e Mesquita. Em função da carência das informações sobre a implementação efetiva de UCs municipais, o Governo não possui um marco referencial para essas UCs.

MEI em Rondônia (MDIC:11MUE250GC_SIR)

MEI no Amazonas (MDIC:13MUE250GC_SIR)

RS_Escolas_Reforma_Predio_CRE (MPOG:RS_Escolas_Reforma_Predio_CRE)

Petroleo_Gas_Bacias_A3_M (MPOG:Petroleo_Gas_Bacias_A3_M)

RS_Producao_Leite (MPOG:RS_Producao_Leite)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_jja)

MEI no Amapá (MDIC:16MUE250GC_SIR)

Vegetação Potencial (INEA:vegetacao_potencial_ea)

A vegetação potencial pode ser entendida como uma comunidade estável existente em uma determinada área, resultante de um processo progressivo de sucessão geobotânica (Blanco et al, 1997). O mapeamento de vegetação potencial foi elaborado a partir de uma adaptação do mapa Bioclimático de Golfari (1980), onde as classes das fitofisionomias foram associados às classes do novo mapa bioclimático. A classificação da vegetação potencial do Estado do Rio de Janeiro não está fundamentada somente em análises biogeográficas, mas principalmente em classificação bioclimática e em históricos relacionados ao avanço do homem sobre a floresta. FITOFISION = Fitofisionomia • FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL SUBMONTANA: encontra-se dispersa em disjunções de diferentes características, no nordeste representada por uma formação de médio porte nanofoliada de caules finos e outra conhecida como mata-de-cipó; na vertente interiorana da Serra da Mantiqueira por mesofanerófitos verdes e, no sul dos Planalto das Missões é semelhante à tropical, com alto porte. • FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL DE TERRAS BAIXAS: encontrada em áreas descontínuas e relativamente pequenas, com maior ocorrência no nordeste do país onde apresenta alto porte. • FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL MONTANA: ocupa poucas áreas estabelecidas acima dos 500m, situando-se principalmente na face interiorana das serras dos Órgãos e da Mantiqueira, além de pontos culminantes de planaltos areníticos. • FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL SUBMONTANA: frequente em encostas interioranas das serras da Mantiqueira e dos Órgãos, além dos planaltos centrais e areníticos jurássicos e cretáceos. • FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL DE TERRAS BAIXAS: tipo florestal caracterizado pelo gênero africano Caesalpinia,de onde se destacou o pau-brasil, que reveste tabuleiros de Natal ao Rio de Janeiro. • FLORESTA OMBROFILA DENSA ALTO MONTANA: formação arbórea de aproximadamente 20m localizada no cume das altas montanhas sobre solos litólicos, apresentando estrutura fanerófita com troncos e galhos finos, folhas miúdas e casca grossa fissurada. • FLORESTA OMBROFILA DENSA MONTANA: estrutura de dossel uniforme de aproximadamente 20m com ecótipos finos e cascas grossas e rugosas; situa-se de 500m a 1500m no sul do país, próximo ao cume dos relevos dissecados onde os tipos de solos diminuem seu tamanho. • FLORESTA OMBROFILA DENSA SUBMONTANA: formação florestal com alturas uniformes e lianas herbáceas em maior quantidade, presente em relevo montanhoso dissecado e planaltos com solos profundos. • FLORESTA OMBROFILA DENSA DE TERRAS BAIXAS: formação característica de planícies costeiras capeadas por tabuleiros, estendendo-se da Amazônia ao Nordeste e terminando no Rio de Janeiro em terrenos quartenários situados pouco acima do nível do mar.

max_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_djf (SAE:max_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_djf)

MEI no Pará (MDIC:15MUE250GC_SIR)

MEI em Roraima (MDIC:14MUE250GC_SIR)

Politica_Nuclear (MPOG:Politica_Nuclear)

BRA_FA125_N (MPOG:BRA_FA125_N)

Energia_Eletrica_UTE (MPOG:Energia_Eletrica_UTE)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_djf)

Agricultura_Irrigada (MPOG:Agricultura_Irrigada)

BRA_GB001_N (MPOG:BRA_GB001_N)

dif_eta_miroc5_rcp85_20km_prec_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp85_20km_prec_2011-2040_djf)

BRA_AP030_L (MPOG:BRA_AP030_L)

Empreendimentos Geradores de Energia (INEA:empreendimento_ea)

Mapeamento da localização dos empreendimentos indicando a constituição da matriz energética fluminense através das áreas produtoras. A matriz energética fluminense é predominantemente formada por fontes renováveis, como a energia hidráulica e eólica, além da utilização das fontes não renováveis, como o petróleo e o urânio, no caso das usinas nucleares. Na geração de energia elétrica os empreendimentos são classificados pelo porte através da potência instalada, podendo ser: Centrais Geradoras Hidrelétricas (até 1MW), Pequenas Centrais Hidrelétricas (1,1 MW a 30MW) e Usina Hidrelétrica de Energia (mais de 30MW).

RS_geracao_capacidade_de_producao_expandida (MPOG:RS_geracao_capacidade_de_producao_expandida)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2041-2070_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2041-2070_jja)

RS_agropecuaria_posto_veterinario (MPOG:RS_agropecuaria_posto_veterinario)

Transporte_Ferroviario (MPOG:Transporte_Ferroviario)

Geracao_de_Energia_Eletrica (MPOG:Geracao_de_Energia_Eletrica)

Uso e Cobertura do Solo de 2013 (INEA:uso_cobertura_2013_100k)

A execução realizada em 2014. O Uso e Cobertura do solo foi baseado em imagens LANDSAT-8 sensorOLI multiespectral pancromática. Métodos aplicados: análise direcionada ao objeto (GEOBIA); detecção de mudanças bi anual. Software Ecognition Classes geradas: I. Naturais a. Comunidade Relíquia – qualquer vegetação florística e fisionômica ecologicamente diferente do contexto geral da flora dominante. b. Vegetação Secundária Inicial - vegetação resultante de processos naturais de sucessão, após supressão total ou parcial de vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais, podendo ocorrer árvores remanescentes de vegetação primária. c. Vegetacao Médio Avançada - vegetação que alcançou estágios médio-avançados de recuperação. d. Manguezais - vegetação arbórea densa, sobre solos inundáveis salobros. e. Restinga - conjunto das comunidades vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência marinha e fluvio-marinha. f. Áreas úmidas - áreas recobertas por gramíneas ou vegetação arbustiva periodicamente inundadas. g. Cordões Arenosos – faixas de área próximas às praias. h. Dunas - montanha de areia criada a partir de processos eólicos. II. Antropo-naturais a. Agricultura - áreas de uso agrícola, em geral de culturas anuais. b. Pastagem - áreas desmatadas para pecuária ou outras formas de uso que não sejam floresta ou vegetação arbustiva. III. Antrópicas a. Urbana alta densidade - áreas já consolidadas de ocupação urbana com presença maciça de telhados, áreas concretadas e asfaltadas. b. Urbana media densidade - lotes urbanos com presença de inúmeras edificações e estradas vicinais bem desenvolvidas. c. Urbana baixa densidade - loteamentos bem definidos, com pequeno número de edificações e estradas vicinais em estagio inicial de desenvolvimento. d. Salinas – áreas ativas ou desativadas de produção de sal marinho pela evaporação da água do mar ou de lagos de água salgada. e. Solo exposto - áreas cuja cobertura vegetal foi totalmente removida. IV. Imutáveis a. Afloramento rochoso – exposição de rochas na superfície terrestre. b. Água - áreas permanentemente inundadas.

Aviacao_Civil_Aeroportos (MPOG:Aviacao_Civil_Aeroportos)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_jja)

cosinplan_rede_ferroviaria (MPOG:cosinplan_rede_ferroviaria)

Transporte_Maritimo_Portos (MPOG:Transporte_Maritimo_Portos)

ODM_2009 (SPM:ODM_2009)

Prioridade _para_Conservacao_SBC (UFABC:Prioridade_para_Conservacao_SBC)

As áreas prioritárias para conservação ambiental representam os instrumentos que definem e instituem as principais diretrizes para a ocupação das áreas em expansão: o zoneamento da lei específica da Billings e do o plano diretor municipal e lei de zoneamento de São Bernardo do Campo. A cada um das unidades foram atribuídos pesos para cada classe de zoneamento dos instrumentos de acordo com seu grau de prioridade para conservação. Por intermédio de uma álgebra de mapas realizada entre os diferentes planos de informação ponderados, foi produzida uma superfície contínua e de caráter quantitativo, representando os níveis de prioridade de conservação das distintas localidades na área de estudo. 

Pontos de Atividade Econômica (INEA:potencial_economico_ea)

O mapeamento desses pontos constitui a base para identificação da economia atual e para a avaliação do potencial econômico do Estado, necessária para apoiar novos processos de organização do espaço, possibilitando a aplicação dos recursos financeiros. Visto sob a ótica do planejamento ambiental sustentado, concebe uma nova realidade espacial que incorpora o permanente e o consolidado, e pondera o envolvimento do capital sobre a capacidade de manutenção dos recursos essenciais à vida.

Mobilidade_Urbana_Transito_A3_B (MPOG:Mobilidade_Urbana_Transito_A3_B)

gboundaries (gn:gboundaries)

UPA (MPOG:UPA)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2011-2040_djf)

ODM_2010 (SPM:ODM_2010)

cosiplan_portos (MPOG:cosiplan_portos)

ODM_2011 (SPM:ODM_2011)

Uos e Cobertura do Solo da RHV (INEA:uso_cobertura_rhv_parcial_2012_25k)

Foi efetuada classificação digital com metodologia orientada a objetos em imagens RapidEye para os anos de 2009 a 2012. Classes adotadas: I. Naturais a. Florestas - vegetação arbustivo-arbórea aberta para densa, composta por espécies lenhosas pioneiras de crescimento rápido ou vegetação arbórea, com dominância de espécies arbóreas nativas. b. Manguezais - vegetação arbórea densa, sobre solos inundáveis salobros. c. Áreas alagadas - áreas recobertas por gramíneas ou vegetação arbustiva periodicamente inundadas. d. Vegetação arbóreo-arbustiva - vegetação arbustivo-arbórea aberta, com presença de espécies lenhosas, comumente ocorrendo em bordas das florestas em transição para áreas antropo-naturais. II. Antropo-naturais a. Culturas diversas - Áreas de uso agrícola, em geral de culturas anuais. b. Pasto - Áreas desmatadas para pecuária ou outras formas de uso que não sejam floresta ou vegetação arbustiva. III. Antrópicas a. Urbana alta densidade - áreas já consolidadas de ocupação urbana com presença maciça de telhados, áreas concretadas e asfaltadas. b. Urbana media densidade - Lotes urbanos com presença de inúmeras edificações e estradas vicinais bem desenvolvidas. c. Urbana baixa densidade - Loteamentos bem definidos, com pequeno número de edificações e estradas vicinais em estagio inicial de desenvolvimento. d. Áreas antrópicas indiscriminadas - Sítios (pequenas edificações cercados por área de gramíneas) e áreas de mineração. e. Solo exposto - Áreas cuja cobertura vegetal foi totalmente removida. IV. Imutáveis a. Afloramento rochoso - áreas com rochas expostas. b. Corpos d’água - áreas permanentemente inundadas.

Áreas de Preservação Permanente de Lagos e Lagoas (INEA:app_lagos_lagoas_25k)

Delimitação das áreas de preservação permanente de lagos e lagoas do ERJ, de acordo com a Lei 12.651/2012 e a Resolução Inea n° 93. As APPs foram geradas a partir da fotointerpretação das ortofotos de 2005 do IBGE, na escala de 1:25000, junto a base cartográfica restante de mesma escala, identificando os limites corretos dos polígonos que correspondem a essas áreas. As áreas de preservação permanente foram classificadas em: Rurais menores que 20 hectares, Rurais maiores que 20 hectares e Urbanas.

Mobilidade_Urbana_Transito_A3_F (MPOG:Mobilidade_Urbana_Transito_A3_F)

Cobertura Bolsa Familia 2012 (MDS:CoberturaBolsaFamilia2012)

Investimento_Minha_Casa_Minha_Vida (MPOG:Investimento_Minha_Casa_Minha_Vida)

Mobilidade_Urbana_Transito_A3_S (MPOG:Mobilidade_Urbana_Transito_A3_S)

RS_agropecuaria_posto_divisa (MPOG:RS_agropecuaria_posto_divisa)

Mobilidade_Urbana_Transito_A3_R (MPOG:Mobilidade_Urbana_Transito_A3_R)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2041-2070_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2041-2070_djf)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2041-2070_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2041-2070_djf)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_jja)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2071-2099_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2071-2099_jja)

Suscetibilidade Natural à Ocorrência de Incêndios (INEA:susceptibilidade_incendio_ea)

O mapeamento foi obtido a partir dos mapas de uso e cobertura do solo, geomorfológico e das variáveis climáticas, e validado a partir de uma série de dados coletados em campo, que correspondem às ocorrências de incêndios registradas pelo INEA no período de 2004 a 2009. Para a estruturação do índice de suscetibilidade foram utilizadas as informações de combustibilidade, déficit hídrico, insolação, geomorfologia e uso do solo. A análise contemplou dois períodos: total anual e período seco. O mapa é importante pois aponta as áreas com maior ou menor possibilidade de ocorrência de incêndios, auxilia o órgão ambiental na adoção da melhor estratégia de combate e na prevenção de desastres e contribui para o monitoramento ambiental das UCs do Estado. As áreas de suscetibilidade natural de ocorrência de incêndios foram agrupadas em quatro classes: • Alta suscetibilidade: todas as áreas com alta combustibilidade, alta incidência de radiação solar, forma de encosta de dispersão e com registro de déficit hídrico; • Média suscetibilidade: todas as áreas com combustibilidade média, média incidência de radiação solar, sem geometria definida e com valores médios de balanço hídrico; • Baixa suscetibilidade: todas as áreas com baixa combustibilidade, baixa incidência de radiação solar, forma de encosta de acúmulo e com registro de excedente hídrico; • Sem Risco: áreas sem material de combustão foram excluídas da proposta de análise, pois não são suscetíveis às ocorrências de incêndios.

Gestao_RH_Bac_SFrancisco_Parnaiba (MPOG:Gestao_RH_Bac_SFrancisco_Parnaiba)

Combustiveis_Renovaveis (MPOG:Combustiveis_Renovaveis)

Uso e Cobertura do Solo de 2015 (INEA:uso_cobertura_2015_100k)

A execução realizada em março de 2017. O Uso e Cobertura do solo foi baseado em imagens LANDSAT-8 sensorOLI multiespectral pancromática.Métodos aplicados: análise direcionada ao objeto (GEOBIA);detecção de mudanças bi anual. Software Ecognition Classes Geradas: I. Naturais a. Comunidade Relíquia – qualquer vegetação florística e fisionômica ecologicamente diferente do contexto geral da flora dominante. b. Vegetação Secundária Inicial - vegetação resultante de processos naturais de sucessão, após supressão total ou parcial de vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais, podendo ocorrer árvores remanescentes de vegetação primária. c. Vegetacao Médio Avançada - vegetação que alcançou estágios médio-avançados de recuperação. d. Manguezais - vegetação arbórea densa, sobre solos inundáveis salobros. e. Restinga - conjunto das comunidades vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência marinha e fluvio-marinha. f. Áreas úmidas - áreas recobertas por gramíneas ou vegetação arbustiva periodicamente inundadas. g. Cordões Arenosos – faixas de área próximas às praias. h. Dunas - montanha de areia criada a partir de processos eólicos. II. Antropo-naturais a. Agricultura - áreas de uso agrícola, em geral de culturas anuais. b. Campo/pastagem - áreas desmatadas para pecuária ou outras formas de uso que não sejam floresta ou vegetação arbustiva. c. Reflorestamento - áreas de regeneração natural ou intencional de florestas e matas que foram esgotadas anteriormente, geralmente devido ao desmatamento. III. Antrópicas a. Urbano - áreas de ocupação e loteamentos urbanos consolidados. b. Salinas – áreas ativas ou desativadas de produção de sal marinho pela evaporação da água do mar ou de lagos de água salgada. c. Solo exposto - áreas cuja cobertura vegetal foi totalmente removida. IV. Imutáveis a. Afloramento rochoso – exposição de rochas na superfície terrestre. b. Água - áreas permanentemente inundadas.

BRA_FA210_P (MPOG:BRA_FA210_P)

FIR05JAN17 (ICA:FIR05JAN17)

AP_2011 (BNDES:AP_2011)

AP_2012 (BNDES:AP_2012)

Pracas_PAC (MPOG:Pracas_PAC)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_djf)

AP_2010 (BNDES:AP_2010)

Politica_Espacial (MPOG:Politica_Espacial)

AP_2015 (BNDES:AP_2015)

AP_2016 (BNDES:AP_2016)

AP_2013 (BNDES:AP_2013)

AP_2014 (BNDES:AP_2014)

AP_2009 (BNDES:AP_2009)

PPA_EST_REGIONALIZACAO_RS (MPOG:PPA_EST_REGIONALIZACAO_RS)

MEI no Tocantins (MDIC:17MUE250GC_SIR)

Uso e Cobertura da Bacia do Paraíba do Sul (INEA:uso_cobertura_bacia_paraiba_sul_25k)

O mapeamento foi elaborado Laboratório ESPAÇO de Sensoriamento Remoto e Estudos Ambientais do Instituto de Geociências (IGeo) da UFRJ, sob a direção técnica da Profª. Carla Bernadete Madureira Cruz. O Uso e Cobertura do solo foi baseado em Imagens World Viewou GeoEye, com resolução submétrica e bandas no espectro visível; Imagens RapidEye, com resolução de 5 m e bandas no espectro visível e infravermelho próximo; Imagens Landsat 5 e 8, com resolução de 30 m e imagens no espectro do visível e infravermelho e MDE SRTM, com resolução de 30 m. Metodologia: classificação digital de imagens de sensoriamento remoto, em ambiente eCognition Developer. Especificou-se como classes antrópicas: Áreas Antrópicas Não Agrícolas (ANA);Áreas Antrópicas Agrícolas (AAG), identificadas ainda como consolidadas e não consolidadas; Silvicultura (SILV). E como classes naturais: Áreas Naturais Florestadas (ANF);Áreas Naturais Não Florestadas (NNF); Restingas; Manguezais; Corpos D’água.

eta_miroc5_rcp85_20km_tp2m_2071-2099_jja (SAE:eta_miroc5_rcp85_20km_tp2m_2071-2099_jja)

MEI em São Paulo (MDIC:35MUE250GC_SIR)

MEI no Rio de Janeiro (MDIC:33MUE250GC_SIR)

Educacao_Superior (MPOG:Educacao_Superior)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2011-2040_jja)

Aptidao_a_Urbanizacao_RGS (UFABC:Aptidao_a_Urbanizacao_RGS)

A Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização frente aos desastres naturais do município de Rio Grande da Serra, elaborada na escala 1:10.000, apresenta a distribuição das unidades de terreno da área de intervenção dos municípios.

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_djf)

Transporte_Rodoviario_Acesso (MPOG:Transporte_Rodoviario_Acesso)

RS_agropecuaria_coordenadoria_regional (MPOG:RS_agropecuaria_coordenadoria_regional)

cosiplan_aeroportos1 (MPOG:cosiplan_aeroportos1)

Áreas de Preservação Permanente de Topo de Morro (INEA:app_topo_de_morro_25k)

Delimitação das áreas de preservação permanente de topo de morro do ERJ, de acordo com a Lei 12.651/2012 e a Resolução Inea n° 93. As APPs foram delimitadas a partir de modelo digital de elevação (MDE), feito com os dados da Base Cartográfica 1:25.000 IBGE/SEA (hipsometria e pontos cotados). As APPs dos morros que não estão completamente inseridos no ERJ foram delimitados a partir de MDE produzido com dados da Base Cartográfica 1:50.000 IBGE/DSG.

AIRWAY05JAN17 (ICA:AIRWAY05JAN17)

IE_2016 (BNDES:IE_2016)

IE_2014 (BNDES:IE_2014)

IE_2015 (BNDES:IE_2015)

Investimento_Energia (MPOG:Investimento_Energia)

IE_2012 (BNDES:IE_2012)

IE_2013 (BNDES:IE_2013)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2071-2099_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2071-2099_jja)

Desenvolvimento_Produtivo (MPOG:Desenvolvimento_Produtivo)

IE_2010 (BNDES:IE_2010)

IE_2011 (BNDES:IE_2011)

MEI em Minas Gerais (MDIC:31MUE250GC_SIR)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_jja)

Subestações de Energia (INEA:subestacao_ea)

Identificação espacial das subestações de energia do Estado responsáveis pela distribuição da energia elétrica e sua alteração através dos transformadores.

CRAS2012 (MDS:CRAS2012)

Localização dos CRAS segundo Censo SUAS 2012

COSIPLAN Túneis (MPOG:cosiplan_tuneis)

Aperfeicoamento_SUS (MPOG:Aperfeicoamento_SUS)

dif_eta_miroc5_rcp85_20km_prec_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp85_20km_prec_2011-2040_jja)

Agropec_Comercializacao (MPOG:Agropec_Comercializacao)

Aptidao_a_Urbanizacao_SA (UFABC:Aptidao_a_Urbanizacao_SA)

A Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização frente aos desastres naturais do município de Santo André, elaborada na escala 1:10.000, apresenta a distribuição das unidades de terreno da área de intervenção dos municípios.

PP_Povos_Indigenas (MPOG:PP_Povos_Indigenas)

min_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_jja (SAE:min_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_jja)

max_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_jja (SAE:max_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_jja)

Pavimentacao (MPOG:Pavimentacao)

Aptidao_a_Urbanizacao_RP (UFABC:Aptidao_a_Urbanizacao_RP)

A Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização frente aos desastres naturais do município de Ribeirão Pires, elaborada na escala 1:10.000, apresenta a distribuição das unidades de terreno da área de intervenção dos municípios.

TerritoriosCidadania (MPOG:TerritoriosCidadania)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_djf)

Índice de Qualidade da Água (INEA:indice_qualidade_agua_ea)

O monitoramento de qualidade das águas é um dos mais importantes instrumentos da gestãoambiental, uma vez que propicia uma percepção ordenada e integrada da realidade ambiental. Ele consiste, basicamente, no acompanhamento sistemático dos aspectos qualitativos das águas,visando à produção de informações, e é destinado à comunidade científica, ao público em geral e, principalmente, às diversas instâncias decisórias.No Rio de Janeiro, o monitoramento vem sendo realizado desde a década de 70 e consiste na coleta de amostras de água, sedimento e biota, que são enviadas para análises nos laboratórios do Inea; permitindo acompanhar a evolução das condições da qualidade das águas ao longo do tempo, fornecendo séries temporais de dados, abrangendo parâmetros diversos: físicos, químicos e biológicos; sendo esses últimos considerados os indicadores que melhor traduzem a situação ambiental de um corpo d’água. A escolha dos pontos de amostragem e dos parâmetros a serem analisados é feita em função do uso das águas, da localização de atividades que possam influenciar na qualidade e da natureza das cargas poluidoras. O monitoramento envolve 253 estações de amostragem mapeadas, agrupadas por sua localização, classificadas quanto sua frequência de monitoramento, número e tipo de amostras recolhidas e sua qualidade, a qual é obtida através de um índice calculado através do peso e condição de parâmetros estabelecidos em uma escala de valores, e irá variar de 0 a 100 (muito ruim a excelente).

Oferta_barragem (MPOG:Oferta_barragem)

BRA_AL105_N (MPOG:BRA_AL105_N)

MEI no Piauí (MDIC:22MUE250GC_SIR)

MEI no Rio Grande do Norte (MDIC:24MUE250GC_SIR)

max_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_djf (SAE:max_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_Ver)

MEI no Paraná (MDIC:41MUE250GC_SIR)

dif_eta_miroc5_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_djf)

CNAES_por_Municipio_2012 (BNDES:CNAES_por_Municipio_2012)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2011-2040_jja)

Pontos de Reflorestamento (INEA:area_reflorestamento_ea)

Promover a conservação de áreas de relevância ecológica e paisagística e a recuperação de áreas importantes à manutenção de recursos naturais fundamentais à vida.

MEI em Pernambuco (MDIC:26MUE250GC_SIR)

Gestao_RH_Bacia_SFranciso (MPOG:Gestao_RH_Bacia_SFranciso)

CNAES_por_Municipio_2010 (BNDES:CNAES_por_Municipio_2010)

CNAES_por_Municipio_2011 (BNDES:CNAES_por_Municipio_2011)

rendimento (MDIC:rendimento)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2071-2099_djf)

Pracas_dos_esportes_e_da_Cultura (MPOG:Pracas_dos_esportes_e_da_Cultura)

BRA_ZZ001_L (MPOG:BRA_ZZ001_L)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2041-2070_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2041-2070_jja)

BRA_ZZ001_N (MPOG:BRA_ZZ001_N)

MEI no Rio Grande do Sul (MDIC:43MUE250GC_SIR)

Mudança no Uso e Cobertura do Solo de 2007 a 2013 (INEA:deteccao_mudanca_uso_cob_2007_2013_100k)

Esta atividade depende da adoção de produtos de sensoriamento remoto, aéreos ou orbitais, de alta, média ou baixa resolução, dependendo da escala adotada para o mapeamento, o uso de técnicas classificatórias, a efetuação de levantamentos de campo, definição da temporalidade de aquisição e detecção das alterações e conversões das classes de mapeamento durante o período monitorado. Executado em 2017, a detecção de mudanças foi realizada através da comparação das diferenças de respostas espectrais das imagens de 2007 e 2013, adotando o método de classificação orientada a objetos realizado a partir de imagens (GEOBIA). A verificação de alteração entre as classes de mapeamentos é realizada pela ferramenta change detection e checagem de campo. Utilização do Software Ecognition.

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2011-2040_jja)

COREDEs_2011 (MPOG:COREDEs_2011)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2041-2070_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2041-2070_jja)

IE_2009 (BNDES:IE_2009)

Bioclimático (INEA:bioclimatico_ea)

O mapeamento bioclimático definiu a distribuição geográfica das comunidades vegetais, reconhecendo porções da superfície do território em que um conjunto significativo de características climáticas coincide, sendo seu somatório a principal condicionante à ocorrência dos elementos florísticos em determinada área de influência. Dessa maneira, o mapa bioclimático deve permitir tanto a inferência sobre os domínios florestais de uma vegetação potencial como as possibilidades de cultivo das espécies economicamente interessantes e ecologicamente conhecidas. A correlação entre clima e vegetação possibilita prever a capacidade de adaptação das espécies cultiváveis ao clima local, assim como a caracterização da vegetação desse local a partir da classificação bioclimática.Na elaboração de zonas bioclimáticas foram utilizadas as variáveis: altitudes, déficit hídrico médio, precipitação e temperatura médias anuais. Os dados de altitude foram obtidos a partir de dados das imagens SRTM (Shuttle Radar Topography Mission) e as informações climáticas foram produzidas a partir de dados WorldClim. Baseado no mapa de Golfari (1980) foram inferidos os valores das variáveis que limitam as 17 zonas bioclimáticas, onde foi utilizado SQL (Structured Query Language) para a seleção de tais dados.

Áreas de Preservação Permanente de Declividade (INEA:app_declividade_25k)

As áreas foram obtidas a partir de modelo digital de elevação (MDE) elaborado a partir da Base Cartográfica 1:25.000 IBGE/SEA. A ferramenta Slopedo ArcGIS foi utilizada para calcular a declividade, e as áreas com declividade superior a 45° foram classificadas como de preservação permanente e as com declividade entre 25° e 45° como áreas de uso restrito. A classificação resultante acima de 45° foi exportada para shapefile, gerando a presente camada.

MEI em Sergipe (MDIC:28MUE250GC_SIR)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2071-2099_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2071-2099_djf)

AIRPORT05JAN17 (ICA:AIRPORT05JAN17)

BRA_BH140_L (MPOG:BRA_BH140_L)

min_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_djf (SAE:min_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_djf)

MEI em Goiás (MDIC:52MUE250GC_SIR)

2012 - Agricultores Familiares Fornecedores do PAA (MDS:ProgramaAquisicaoAlimentos)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2011-2040_djf)

MEI no Mato Grosso (MDIC:51MUE250GC_SIR)

MEI no Mato Grosso do Sul (MDIC:50MUE250GC_SIR)

BRA_BH140_P (MPOG:BRA_BH140_P)

P05JAN17 (ICA:P05JAN17)

R05JAN17 (ICA:R05JAN17)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2071-2099_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2071-2099_djf)

Unidades de Conservação Estaduais (Contorno) (INEA:ucs_estaduais_rj_contorno)

Segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, as Unidades de Conservação são espaços territoriais e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituídos pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. As unidades de conservação integrantes desse sistema dividem-se em dois grupos, com características específicas. Cada categoria tem justificativa e objetivos próprios que auxiliam na escolha de sua classe, de acordo com o planejamento do território.

Permeabilidade Ecológica (INEA:permeabilidade_ecologica_ea)

A mobilidade dos animais e a “qualidade”da matriz em uma paisagem são essenciais para suprir as condições básicas de reprodução e sobrevivência dos seres vivos, garantindo a manutenção do fluxo gênico entre as populações. As áreas de maior permeabilidade podem auxiliar na indicação de áreas para a criação de corredores ecológicos e de áreas com maior capacidade de regeneração em um tempo relativamente curto, devido à proximidade de áreas-fonte – grandes fragmentos florestais que, dependendo da escala de análise, configuram-se como “matrizes florestais”. Dessa forma, o Índice de Permeabilidade da Matriz, através da classificação por intensidade, tem o objetivo de evidenciar as áreas mais permeáveis ao movimento dos animais e à dispersão da flora, considerando a distância entre os fragmentos e a favorabilidade da matriz que os separa.

Agua_em_areas_urbanas (MPOG:Agua_em_areas_urbanas)

Seguranca_Publica (MPOG:Seguranca_Publica)

estab_com (MDIC:estab_com)

Combustiveis_Refinaria (MPOG:Combustiveis_Refinaria)

MEI no Distrito Federal (MDIC:53MUE250GC_SIR)

Índice de Qualidade do Ar Indicadores de Longo Período (INEA:iqar_ea_longo)

O indicador de longo período de exposição consiste na adoção dos critérios de determinação do grau de saturação do ar, visando à implantação de metas de redução de poluentes atmosféricos. Após essa caracterização, e de seu respectivo grau de severidade,é realizada a associação destes resultados com a classificação do Índice de Qualidade do Ar. O indicador de longo período de exposição refere-se à exposição persistida, por um período de três anos, para poluentes que possuam padrão anual de qualidade do ar. Este indicador, além de identificar áreas prioritárias às ações de controle da poluição do ar, constitui-se em instrumento basilar à implementação da gestão da qualidade doar, visto que reflete os níveis de poluição a que a população se encontra permanentemente exposta.

RS_agropecuaria_inspetoria_veterinaria01 (MPOG:RS_agropecuaria_inspetoria_veterinaria01)

CS_2015 (BNDES:CS_2015)

D05JAN17 (ICA:D05JAN17)

Investimento_Comunidade_Cidada (MPOG:Investimento_Comunidade_Cidada)

Transmissao_de_Energia_Eletrica (MPOG:Transmissao_de_Energia_Eletrica)

CS_2014 (BNDES:CS_2014)

Transporte_Rodoviario_Anel_BH (MPOG:Transporte_Rodoviario_Anel_BH)

Índice de Qualidade do Ar Indicadores de Curto Período (INEA:iqar_ea_curto)

Para os cálculos dos padrões divulgados utiliza-se o índice mais elevado, que traduz a pior qualificação para determinar as características de uma dada região, ou seja, a qualidade do ar em uma localidade é determinada pelo pior caso (maior concentração) dentre os poluentes medidos. Dentre os dois tipos de indicadores que foram desenvolvidos quanto ao tempo de exposição a que fica sujeita a população, o indicador de curto período consiste na distribuição percentual dos índices diários de qualidade do ar dos últimos três anos, para cada sítio monitorado. O indicador de curto período de exposição é relativo à exposição aguda, por um período de uma hora ou de 24 horas, considerando os poluentes padrões indicados e tem por objeto a determinação de poluentes prioritários às ações de políticas públicas de saúde e de transporte ou, quando couber, de controle ambiental.Quando o IQAr apresentar, por mais de uma vez, classificação da qualidade do ar como inadequada, má ou péssima – o que corresponde a um percentual de 0,3% ou mais do total de dados avaliados para qualquer poluente - fica caracterizada a violação ao padrão e a localidade será classificada com o índice da qualidade do ar que representa a faixa de concentração excedida; Quando o IQAr diário estiver classificado entre qualidade boa e regular, ou seja, as concentrações observadas encontrarem-se dentro dos padrões diários primários da qualidade do ar, a localidade será considerada como de boa se, e somente se, 90% ou mais dos valores medidos estiverem situados em faixas de concentração de até 50% do padrão de qualidade do ar.

Transporte_Rodoviario_Construcao (MPOG:Transporte_Rodoviario_Construcao)

CS_2016 (BNDES:CS_2016)

BRA_FA001_P (MPOG:BRA_FA001_P)

CS_2011 (BNDES:CS_2011)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_djf)

min_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_djf (SAE:min_eta_ensemble_20km_prec_2011-2040_djf)

CS_2010 (BNDES:CS_2010)

CS_2013 (BNDES:CS_2013)

Índice de Conectividade Estrutural dos Remanescentes de Floresta (INEA:conectividade_estrutural_ea)

Este índice incorpora métricas que descrevem a forma, o tamanho e a distância entre os fragmentos, buscando caracterizar a conectividade estrutural no interior de unidades de áreas isoladas por estradas, áreas urbanas e grandes corpos d’água. Seu objetivo é delimitar áreas que não apresentem barreiras significativas ao movimento da fauna e à dispersão da flora, além de qualificar o estado da conectividade em seu interior. Através das áreas classificadas de acordo com a intensidade de conectividade, pode se definir o interesse e a necessidade relativa as mesmas: áreas com alta conectividade podem ser de grande interesse para a conservação, enquanto áreas com baixa conectividade, mas que apresentem fragmentos de interesse, devem ser alvo de projetos de restauração que restabeleçam a conectividade entre os fragmentos e os fluxos genéticos e favoreçam a sucessão ecológica a longo prazo.Para esse mapeamento foram adotadas áreas cujos limites refletissem barreiras significativas ao movimento da fauna e à dispersão da flora. O índice foi calculado para cada unidade de área, considerando como fragmentos florestais as classes selecionadas de um Mapa de Uso e Cobertura do Solo base(comunidade relíquia, floresta, mangue e restinga) e como matrizes as demais classes restantes

CS_2012 (BNDES:CS_2012)

BRA_FA001_L (MPOG:BRA_FA001_L)

Índice de Ameaça às Fitofisionomias (INEA:ameaca_fitofisionomia_ea)

Este mapa combina a razão entre os fragmentos florestais de cada fitofisionomia e sua distribuição potencial, com a porcentagem de inserção em unidades de conservação federais e estaduais de proteção integral e uso sustentável, gerando a classificação por gravidade de ameaça as áreas definidas. As fitofisionomias menos protegidas por UC e com o menor percentual da cobertura vegetal atual em relação ao total da vegetação potencial são consideradas mais ameaçadas e devem ser consideradas prioritárias para a conservação e restauração. Os fragmentos mais significativos das fitofisionomias ameaçadas devem ser identificados para que possam ser alvos de políticas de conservação e de projetos de restauração com vistas ao estabelecimento de corredores ecológicos que os vincule aos fragmentos mais próximos, de acordo com adversidade conhecida por fitofisionomia, de modo a corroborar com o fluxo gênico, contribuindo com a viabilidade de suas populações a longo prazo.

dif_eta_hadgem2-es_hist_20km_prec_1961-1990_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_hist_20km_prec_1961-1990_jja)

CNAES_por_Municipio_2009 (BNDES:CNAES_por_Municipio_2009)

Total_2016 (BNDES:Total_2016)

Transporte_Ferroviario_TAV (MPOG:Transporte_Ferroviario_TAV)

cosiplan2 (MPOG:cosiplan2)

Áreas de Preservação Permanente de Topo de Nascente (INEA:app_nascente_25k)

Delimitação das áreas de preservação permanente de nascente do ERJ, de acordo com a Lei 12.651/2012 e a Resolução INEA n° 93. As APPs foram delimitadas a partir do trecho de drenagem da Base Cartográfica 1:25.000 IBGE/SEA. Finalizado em julho de 2016.

simples_se (MDIC:simples_se)

Mangues (INEA:mangues_2012_rj_25k)

O mapeamento de manguezal foi realizado com base nas imagens Rapideye adquiridas pela SEA-RJ na escala 1:25.000, a partir da classificação supervisionada manual, utilizando imagens de 2012 e realizado em 2015.

RS_Escolas_Reforma2012 (MPOG:RS_Escolas_Reforma2012)

Áreas Prioritárias para Conservação (INEA:prioritario_conservacao_ea)

Ao longo dos últimos anos, vem sendo consolidada a Política de Conservação da Mata Atlântica do Estado do Rio de Janeiro, subsidiada pela evolução dos instrumentos de gestão ambiental, contemplada desde os procedimentos de licenciamento ambiental, com estudos e análises dos impactos ambientais para estabelecimento de medidas de compensação e mitigação de impacto, até a proposição de uma nova estrutura de gestão e dos programas governamentais. E, para subsidiar as ações de conservação, foi elaborado esse mapeamento, visando tornar possível a identificação de áreas para a criação de unidades de conservação de proteção integral e uso sustentável ou para o fomento necessário ao desenvolvimento de atividades compatíveis com a conservação da biodiversidade, como sistemas agroflorestais ou a extração sustentável de produtos florestais não madeireiros e turismo sustentável. O mapa foi construído a partir de outros cinco mapas temáticos, adicionando os índices de fragilidade do meio, funcionalidade ecológica, importância biológica e conectividade ecológica ao de permeabilidade, gerando as classes com prioridade de conservação.

Áreas de Importância Biológica (INEA:area_importancia_biologica_ea)

Este mapa foi construído a partir de metas criadas para a conservação de espécies e unidades fitogeográficas da Mata Atlântica, definidas pelo Ministério do Meio Ambiente e foi produzido a partir de bases de dados em escalas variáveis, representando com o maior detalhamento possível, a espacialização do conhecimento da comunidade científica e dos técnicos envolvidos na sua elaboração acerca da distribuição das populações de espécies da flora e da fauna endêmicas e ameaçadas, tendo como produto a consequente classificação das áreas quanto sua importância biológica.

Combustiveis_Dutos (MPOG:Combustiveis_Dutos)

BRA_BH080_P (MPOG:BRA_BH080_P)

RS_geracao_capacidade_de_producao_expandida_para_copa (MPOG:RS_geracao_capacidade_de_producao_expandida_para_copa)

Áreas Potenciais para Restauração (INEA:area_potencial_restauracao_ea)

Esse mapa tem como objetivo identificar áreas de importância para a conservação e manutenção de recursos naturais que se encontram degradados ou apresentam usos não compatíveis.Foi gerado a partir de outros quatros mapas temáticos acerca dos índices de fragilidade do meio, funcionalidade ecológica, importância biológica e índice de conectividade. A análise desse mapa síntese quando comparado ao de permeabilidade, gera áreas que apresentam alto valor nos dois. Essas são classificadas, então, como áreas potenciais para restauração, por regeneração natural ou por intervenções menos extremas. Já as áreas que apresentaram alto valor no mapa síntese, mas baixo valor no de permeabilidade foram consideradas prioritárias para a restauração por meio de intervenção mais incisiva que depende da ação humana. Ambos os tipos de áreas foram classificadas quanto sua prioridade de restauração.

CS_2009 (BNDES:CS_2009)

Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres Naturais (MPOG:PNGRRDN)

CNAES_Por_Municipio_2013 (BNDES:TOTAL_2013)

Ensino Técnico (MPOG:EPT_20110930_pt)

Petroleo_Gas_UEP (MPOG:Petroleo_Gas_UEP)

dif_eta_miroc5_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp85_20km_tp2m_2011-2040_jja)

Uso e Cobertura do Solo da RHI (INEA:uso_cobertura_rhi_2012_25k)

O mapeamento foi financiado pela Food and Agriculture Organization (FAO) no âmbito do projeto BIG - Baía de Ilha Grande - e consistiu no mapeamento das classes de Vegetação na escala 1:25.000 baseado nas imagens RapidEye ano 2012 através da metodologia utilizando classificação direcionada ao objeto

cosiplan_portos_secos (MPOG:cosiplan_portos_secos)

max_eta_ensemble_20km_prec_2041-2070_jja (SAE:max_eta_ensemble_20km_prec_2041-2070_jja)

Geologia (INEA:geologia_lito_ea)

O mapeamento geológico têm por objetivo fornecer, dentro do limite da escala, uma visão completa possível da geologia da área. Os mapeamentos realizados em escalas mais detalhadas são utilizados para aplicação direta em pesquisa mineral, geologia, de engenharia ou engenharia ambiental.A litologia refere-se ao tipo de rocha com base em diversas características, como: cor, textura, estrutura, composição mineralógica ou granulometria. O caráter litológico de uma determinada rocha depende do ambiente sedimentar ao qual ela está presente. O mapa geológico, que representa a composição estrutural do território, é capaz de revelar, ao olhar especializado, aspectos sobre a origem do território, os materiais que o compõem, os fenômenos naturais ocorridos e futuros. A geologia-geotécnica adotada no monitoramento ambiental objetiva medir a interação dos processos físicos naturais e a intervenção do homem, de modo adequado, no espaço urbano e rural, mapeando os riscos geológicos subjacentes. Pretende ainda contribuir com a gestão do meio ambiente de modo a estabelecer critérios para solucionar problemas atuais de ocupação humana, evitar futuros danos ao meio ambiente, além de poder otimizar a utilização dos materiais geológicos como insumo e energia, visando a melhoria da qualidade de vida da sociedade.Fontes: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Manual Técnico de Geologia (1998); http://www.dct.uminho.pt/pnpg/gloss/glossa.html.

CNAES_Por_Municipio_2014 (BNDES:TOTAL_2014)

RS_geracao_potencia_instalada_energia_eolica (MPOG:RS_geracao_potencia_instalada_energia_eolica)

CNAES_Por_Municipio_2015 (BNDES:TOTAL_2015)

Aptidao_a_Urbanizacao_RegionalABC (UFABC:Aptidao_a_Urbanizacao_RegionalABC)

Carta de aptidão a urbanização do conjunto de municípios do grande ABC.

Transporte_Hidroviario_Hidrovias (MPOG:Transporte_Hidroviario_Hidrovias)

Programa Pró-infância (MPOG:Proinfancia20120401)

Minha casa minha vida (MPOG:MCMV)

BRA_FA002_P (MPOG:BRA_FA002_P)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2011-2040_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2011-2040_djf)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2071-2099_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2071-2099_jja)

Investimento_Agua_e_Luz_Para_Todos (MPOG:Investimento_Agua_e_Luz_Para_Todos)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2041-2070_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_prec_2041-2070_djf)

Ferrovias (MPOG:Ferrovias)

BRA_BB005_N (MPOG:BRA_BB005_N)

Transporte_Hidroviario (MPOG:Transporte_Hidroviario)

Transporte_Rodoviario_Rodoanel_SP (MPOG:Transporte_Rodoviario_Rodoanel_SP)

Transporte_Rodoviario_Arco_RJ (MPOG:Transporte_Rodoviario_Arco_RJ)

Petroleo_e_Gas_Natural (MPOG:Petroleo_e_Gas_Natural)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2071-2099_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2071-2099_jja)

Estrutura Geológica (INEA:estruturas_geol_ea)

O mapeamento geológico, que representa a composição estrutural do território, é capaz de revelar, ao olhar especializado, os aspectos sobre a formação do território, os materiais que o compõem, os fenômenos naturais ocorridos e futuros. As estruturas geológicas apresentadas são oriundas do mapeamento geológico do Estado do Rio de Janeiro, realizado pelo Departamento de Recursos Minerais (DRM).Estruturas:DIQUES: Corpo magmático intrusivo discordante com as estruturas das rochas encaixantes.EMPURRÃO: A falha de empurrão é uma descontinuidade da crosta terrestre originada por esforços compressivos, normalmente envolvendo feições de baixo ângulo.FALHAS: São fraturas ou cisalhamentos em blocos de rochas que se deslocaram um em relação ao outro, ao longo de planos.Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Glossário Geológico(1999).

Urbanizacao_de_assentamentos_precarios (MPOG:Urbanizacao_de_assentamentos_precarios)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_djf)

min_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_jja (SAE:min_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_jja)

max_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_jja (SAE:max_eta_ensemble_20km_tp2m_2011-2040_jja)

Ensino Superior (MPOG:Superior_20110930_pt)

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (INEA:rbma_ea)

A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) consiste na maior reserva da biosfera em área florestada da Terra.Dentre as suas funções estão:conservar a biodiversidade e os demais atributos naturais da Mata Atlântica; valorização da sócio-diversidade e do patrimônio étnico e cultural a ela vinculados; fomento ao desenvolvimento econômico que seja social, cultural e ecologicamente sustentável; apoio a projetos demonstrativos, à produção e difusão do conhecimento, à educação ambiental e capacitação, à pesquisa cientifica e o monitoramento nos campos de conservação e do desenvolvimento sustentável.As Reservas da Biosfera estabelecem um zoneamento de seu território para cumprir as suas funções, são elas:Núcleo: Correspondem às Unidades de Conservação de proteção integral como Parques e Estações Ecológicas. Sua função é proteger a biodiversidade.Amortecimento: Estabelecidas no entorno dos núcleos, ou entre elas, tem por objetivos minimizar os impactos negativos sobre estes núcleos e promover a qualidade de vida das populações da área.Transição: Destinam-se prioritariamente ao monitoramento, à educação ambiental e à integração da Reserva com o seu entorno, onde predominam áreas urbanas, agrícolas e industriais.Fonte: http://www.rbma.org.br/rbma/index_rbma.asp

RS_INVESTIMENTO_INFRAESTRUTURA_DE_TRANSMISSAO (MPOG:RS_INVESTIMENTO_INFRAESTRUTURA_DE_TRANSMISSAO)

Municípios PAC (MPOG:BASE_SPI_pol)

Unidades de Conservação Estaduais (INEA:ucs_estaduais_rj)

Segundo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza, as Unidades de Conservação são espaços territoriais e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituídos pelo Poder Público, com objetivos de conservação e limites definidos, sob regime especial de administração, ao qual se aplicam garantias adequadas de proteção. As unidades de conservação integrantes desse sistema dividem-se em dois grupos, com características específicas. Cada categoria tem justificativa e objetivos próprios que auxiliam na escolha de sua classe, de acordo com o planejamento do território.

Prevencao_em_areas_de_risco (MPOG:Prevencao_em_areas_de_risco)

dif_eta_miroc5_rcp85_20km_prec_2041-2070_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp85_20km_prec_2041-2070_djf)

MEI no Espirito Santo (MDIC:32MUE250GC_SIR)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_jja)

CPC (UFABC:CPC)

Esse conjunto de arquivos contem os dados sobre o modelo de microsimulação de tráfego do município de Santo André desenvolvido em 2013 e atualizado em 2016. No total são representados 736 km de vias urbanas com 2.584 interseções, formando uma rede de microsimulação com 76 centroides, compatibilizados com o modelo de macrosimulação da Região Metropolitana de São Paulo. O sistema viário selecionado para simulação corresponde ao atual itinerário das linhas de ônibus municipais e metropolitanas de transporte público e inclui também todas as vias do Sistema Viário de Interesse Metropolitano da RMSP.

Marinha_Mercante (MPOG:Marinha_Mercante)

Recursos_Hidricos (MPOG:Recursos_Hidricos)

UBS (MPOG:UBS)

Regiões Hidrográficas (INEA:regioes_hidro_rj_50k)

A atuação descentralizada do INEA acompanha a divisão do território fluminense em nove regiões hidrográficas, cuja divisão considera simultaneamente limites intermunicipais e bacias hidrográficas.As regiões hidrográficas são compostas por bacias e águas subterrâneas que não podem ser dissociadas facilmente e que têm importância por sua dinâmica hídrica. Esse modelo possibilita ao integrar questões ambientais semelhantes, coordenar ações específicas de conservação e recuperação e tornar a gestão dos recursos naturais mais rápida e eficiente, além de aperfeiçoar a aplicação dos recursos financeiros.

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2041-2070_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2041-2070_djf)

BRA_AH070_N (MPOG:BRA_AH070_N)

Quantidades de família atendidas pelo bolsa família (MPOG:bolsa_familia)

Investimento_Transportes (MPOG:Investimento_Transportes)

Politica_Nacional_Defesa_SISFRON_A3_B (MPOG:Politica_Nacional_Defesa_SISFRON_A3_B)

Politica_Nacional_Defesa_SISFRON_A3_A (MPOG:Politica_Nacional_Defesa_SISFRON_A3_A)

Creches_e_Preescolas (MPOG:Creches_e_Preescolas)

MEI no Ceará (MDIC:23MUE250GC_SIR)

CTI (MPOG:CTI)

GRRD (MPOG:GRRD)

SNSA (MPOG:SNSA)

Saneamento (MPOG:Saneamento)

Atendimentos Individualizados Realizados pelos CRAS (MDS:AtendimentosIndividualizadosRealizadosPelosCRAS)

dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2071-2099_djf (SAE:dif_eta_miroc5_rcp45_20km_prec_2071-2099_djf)

MEI na Paraíba (MDIC:25MUE250GC_SIR)

BRA_AN070_N (MPOG:BRA_AN070_N)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2041-2070_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_tp2m_2041-2070_jja)

Equipamentos_Estradas_Vicinais (MPOG:Equipamentos_Estradas_Vicinais)

Áreas de Potencial Econômico (INEA:pot_economico_ea)

Resultado do mapeamento das potencialidades econômicas do Estado, que classifica áreas de acordo com suas principais atividades e eixos de desenvolvimento, identificadas como turísticas e de agricultura.

IT_2016 (BNDES:IT_2016)

IT_2015 (BNDES:IT_2015)

IT_2014 (BNDES:IT_2014)

Disponibilidade Hídrica (INEA:disponibilidade_hidrica_ea)

No INEA, a disponibilidade hídrica é determinada com base no banco de dados de usuários outorgados das bacias hidrográficas. O cálculo da disponibilidade hídrica é feito sob demanda para um ponto no curso d’água, informado através do Cadastro Nacional de Usuários de Recursos Hídricos. Para este local é delimitada a bacia de contribuição para determinação da vazão média mínima, ao longo de sete dias consecutivos com período de retorno de 10 anos. A vazão de referência utilizada no cálculo é gerada com base nos estudos de Regionalização de Vazões Mínimas ou então com a série histórica da estação. A partir dessa vazão, são verificados os usuários na bacia a montante e no curso d’água a jusante, para incluir no balanço hídrico e determinar a disponibilidade hídrica. Se a vazão solicitada for inferior à vazão disponível, esta poderá ser outorgada.

IT_2013 (BNDES:IT_2013)

cosiplan_linhas_de_trasmissao (MPOG:cosiplan_linhas_de_trasmissao)

MEI em Santa Catarina (MDIC:42MUE250GC_SIR)

MEI no Maranhão (MDIC:21MUE250GC_SIR)

Politica_Nacional_Defesa (MPOG:Politica_Nacional_Defesa)

Unidades_Geomorfologicas_SBC (UFABC:Unidades_Geomorfologicas_SBC)

Unidades geológicas-gemorfológicas do município de São Bernardo do Campo.

Uso e Cobertura do Solo de 2007 (INEA:uso_cobertura_2007_100k)

O Uso e Cobertura do solo foi baseado em imagens do LANDSAT-5. Execução realizada em 2014, através de métodos de análise direcionada de objetos, gerando as seguintes classes: I. Naturais a. Comunidade Relíquia – qualquer vegetação florística e fisionômica ecologicamente diferente do contexto geral da flora dominante. b. Vegetação Secundária Inicial - vegetação resultante de processos naturais de sucessão, após supressão total ou parcial de vegetação primária por ações antrópicas ou causas naturais, podendo ocorrer árvores remanescentes de vegetação primária. c. Vegetacao Médio Avançada - vegetação que alcançou estágios médio-avançados de recuperação. d. Manguezais - vegetação arbórea densa, sobre solos inundáveis salobros. e. Restinga - conjunto das comunidades vegetais, fisionomicamente distintas, sob influência marinha e fluvio-marinha. f. Áreas úmidas - áreas recobertas por gramíneas ou vegetação arbustiva periodicamente inundadas. g. Cordões Arenosos – faixas de área próximas às praias. h. Dunas - montanha de areia criada a partir de processos eólicos. II. Antropo-naturais a. Agricultura - áreas de uso agrícola, em geral de culturas anuais. b. Pastagem - áreas desmatadas para pecuária ou outras formas de uso que não sejam floresta ou vegetação arbustiva. III. Antrópicas a. Urbana alta densidade - áreas já consolidadas de ocupação urbana com presença maciça de telhados, áreas concretadas e asfaltadas. b. Urbana media densidade - lotes urbanos com presença de inúmeras edificações e estradas vicinais bem desenvolvidas. c. Urbana baixa densidade - loteamentos bem definidos, com pequeno número de edificações e estradas vicinais em estagio inicial de desenvolvimento. d. Salinas – áreas ativas ou desativadas de produção de sal marinho pela evaporação da água do mar ou de lagos de água salgada. e. Solo exposto - áreas cuja cobertura vegetal foi totalmente removida. IV. Imutáveis a. Afloramento rochoso – exposição de rochas na superfície terrestre. b. Água - áreas permanentemente inundadas.

simples_co (MDIC:simples_co)

GRRD_Barragem_A3_POINT (MPOG:GRRD_Barragem_A3_POINT)

dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2071-2099_djf (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp85_20km_prec_2071-2099_djf)

cosiplan_pontes (MPOG:cosiplan_pontes)

Rodovias (MPOG:Rodovias)

IT_2012 (BNDES:IT_2012)

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2011-2040_jja)

IT_2011 (BNDES:IT_2011)

Mobilidade_Urbana (MPOG:Mobilidade_Urbana)

IT_2010 (BNDES:IT_2010)

BRA_FA000_L (MPOG:BRA_FA000_L)

Aptidao_a_Urbanizacao_SBC (UFABC:Aptidao_a_Urbanizacao_SBC)

A Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização frente aos desastres naturais do município de São Bernardo do Campo, elaborada na escala 1:10.000, apresenta a distribuição das unidades de terreno da área de intervenção dos municípios.

BRA_AN010_L (MPOG:BRA_AN010_L)

Gestão Ambiental (INEA:indices_sociais_ea)

Com o levantamento de informações pelo Estado, foram obtidos os dados necessários para a composição do Índice deDesenvolvimento da Gestão Ambiental dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro. A composição do índice levou em conta as seguintes variáveis: existência de órgão executor da política ambiental; existência de Conselho Municipal de Meio Ambiente; existência de Fundo Municipal de Meio Ambiente. Os municípios receberam notas de 0 a 3 e a avaliação indica que, de modo geral, eles possuem bom grau de institucionalização ambiental. As variáveis selecionadas foram gradualmente impostas aos municípios como condicionantes para o repasse de recursos.

IT_2009 (BNDES:IT_2009)

Quadras_Esportivas_nas_Escolas (MPOG:Quadras_Esportivas_nas_Escolas)

Linhas de Transmissão de Energia (INEA:linha_transmissao_ea)

Localização e identificação das linhas transmissoras de energia do Estado segundo sua fonte e agente gerador, bem como sua extensão e tensão em kV.

Transporte_Rodoviario_Adequacao_BR (MPOG:Transporte_Rodoviario_Adequacao_BR)

cras_2011 (MDS:cras_2011)

Investimento_Cidade_Melhor (MPOG:Investimento_Cidade_Melhor)

MEI em Alagoas (MDIC:27MUE250GC_SIR)

Mudança no Uso e Cobertura do Solo de 2013 a 2015 (INEA:deteccao_mudanca_uso_cob_2013_2015_100k)

Esta atividade depende da adoção de produtos de sensoriamento remoto, aéreos ou orbitais, de alta, média ou baixa resolução, dependendo da escala adotada para o mapeamento, o uso de técnicas classificatórias, a efetuação de levantamentos de campo, definição da temporalidade de aquisição e detecção das alterações e conversões das classes de mapeamento durante o período monitorado. Executado em 2017, a detecção de mudanças foi realizada através da comparação das diferenças de respostas espectrais das imagens de 2013e 2015, adotando o método de classificação orientada a objetos realizado a partir de imagens (GEOBIA). A verificação de alteração entre as classes de mapeamentos é realizada pela ferramenta change detection e checagem de campo, , gerando mapeamento das perdas e ganhos em áreas.Utilização do Software Ecognition.

Índice de Fragilidade do Meio Físico (INEA:fragilidade_ea)

Esse índice é gerado a partir de uma integração de dados que compreendem os aspectos considerados instáveis para o meio físico, constantes nos mapeamentos da classificação geológica e compartimentação geomorfológica, atribuídos pesos de acordo com a relevância do parâmetro e diante da totalidade espacial de suas ocorrências no território. O mapa objetiva qualificar as regiões hidrográficas com relação ao seu grau de estabilidade física, tendo em vista a possibilidade de diagnosticar grandes aglomerados urbanos em áreas de risco. O mapeamento também contribui no planejamento de ocupações territoriais de grande escala, tais como grandes empreendimentos, grandes conjuntos habitacionais e áreas de expansão urbana, validando ou não planos e licenciamentos, de acordo com a classificação das áreas e outras fontes de informação ponderáveis.

dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_jja (SAE:dif_eta_hadgem2-es_rcp45_20km_tp2m_2041-2070_jja)

MEI na Bahia (MDIC:29MUE250GC_SIR)

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